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Cirurgia percutânea

A cirurgia minimamente invasiva do pé ou técnica percutânea do pé foi estabelecida por Mariano de Prado na Espanha, que se utilizou de técnicas descritas por outros autores como Reverdin e Isham (EUA) para padroniza-la. Em acordo com a evolução moderna da medicina que visa cada vez mais o mínimo possível de agressão ao paciente com um resultado final funcional e o retorno o mais rápido possível as atividades diárias. Com o passar do tempo essa técnica foi se estabelecendo e aumentando suas indicações. Cirurgias que antes não tinham material de osteossíntese (por exemplo, parafusos) passaram a ter. E posteriormente outras patologias também puderam ser tratadas por via percutânea (como artrodeses).

Atualmente uma técnica já com diversos artigos publicados e reconhecida mundialmente. Entre outros:

– Percutaneous hallux valgus surgery: A multicenter prospective study of 189 cases

Thomas Bauer, MDa,*, Christophe de Lavigne, MDa, Mariano De Prado, MDa, Stephen Isham, MDa,d, Olivier Laffenétre, MDa

– Estado actual de la cirurgía del hallux valgus

A. Carranza Becamo, MDa; R. Viladot Perict, MDa; M. de Prado Serrano, Mda

– Técnica de cirurgia percutânea no tratamento do pé diabético

Felipe Serrão M. Souza; Eduardo Carrilho Padula; Tiago Doyle Maia de Oliveira

Uma técnica que pode ser aplicada em diversas patologias do pé como halux valgo (joanete), metatarsalgia (neuroma de Morton), Síndrome de Haglund (tendinite insercional do Aquiles), dedos em garra, fasciíte plantar (esporão de calcâneo), pé plano e muitas outras. Atualmente sendo utilizado até para o tratamento de pés com deformidades graves como da artrite reumatóide e também para o tratamento de úlceras diabéticas, as quais a gênese inicial está na deformidade do pé e em alterações biomecânicas.

Parte do preceito de mínimos acessos, que muitas vezes após cicatrização são invisíveis, gestos cirúrgicos específicos e resolução de toda a patologia do pé de uma só vez. O paciente volta a caminhar com o uso de uma sandália especial no mesmo dia da cirurgia! E com muito menos dor do que na cirurgia tradicional, a qual o retorno as atividades também é mais demorado.

A cirurgia minimamente invasiva do pé se apresenta portanto como o futuro do tratamento cirúrgico de diversas patologias do pé. Trazendo conforto e melhores resultados para os pacientes! Afinal, por que arrombar uma porta se podemos abrir pela fechadura??

Alguns exemplos:

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